quinta-feira, 20 de maio de 2010

Seleção e Intuição: Outro lado da moeda!

Acredito que intuição muitas vezes na vida, realmente é valida, mas como tudo às vezes nos falha.

Não existe uma receita de bolo para desenvolver uma boa seleção, poderia até citar vários “passo a passo”.

A responsabilidade é grande, uma seleção é a porta de entrada de novos profissionais e futuros talentos. Devemos estar atentos para a execução, ser coerente nas decisões, pois só dessa forma seremos mais assertivos nas escolhas.

Deixando a intuição de lado, um ponto fundamental para o selecionador é realizar uma boa entrevista com o candidato. É por meio deste método que se pode perceber e conhecer mais profundamente o entrevistado.

Conseguir fazer com que a pessoa traga respostas sinceras e reveladoras do seu estilo e da sua forma de atuar em um determinado cargo é o desafio mais importante do selecionador.

Existe uma diferença relevante entre saber quem é a pessoa e saber se o desempenho dela será aquele que se espera no cargo. Bem provável, que neste momento a intuição se manifeste.

Afinal, sei que tenho uma dificuldade enorme em relacionamentos interpessoais, nem por isso saio divulgando essas características aos quatro ventos. Posso falhar nesse quesito, mas tenho outras habilidades.

Esse é o papel do selecionador, desvendar o que há de melhor no candidato. Nem sempre dá para contar com uma intuição assertiva, é necessário recorrer a outros métodos científicos ou não, nem sempre podemos contar com a sorte, ou no caso intuição.

Lembro de uma situação na empresa onde trabalho, quando surgiu uma vaga para área de contabilidade, na seleção ficaram em dúvida entre dois candidatos. Um rapaz e uma moça. A chefe do departamento optou pela candidata, pois estava acostumada trabalhar com mulheres.

Infelizmente, a funcionária ficou um mês no cargo e não se adaptou a rotina.

Foram feitas outras seleções e por pouco não cometem o mesmo erro. Dessa vez colocaram um rapaz no cargo!

O que quero dizer é, ao usarmos a intuição muitas vezes deixamos que nossas emoções se manifestem, e sendo assim, acaba influenciando nas nossas decisões.

Nem todos possuem maturidade emocional para lidar com isso e nem sempre o candidato é sincero no momento em que concorre uma vaga, isso é humano!Não digo para evitar a tal intuição, de uma maneira ou de outra, o instinto acaba se manifestando.

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